A discussão sobre a avenida Murchid Homsi ganhou um novo capítulo em Rio Preto.
Manifestantes foram até a Cetesb nesta terça-feira, 18, para protestar contra a retirada prevista de 943 árvores no projeto de drenagem e revitalização da avenida.
Mas existe uma pergunta que começa a dominar o debate: por que uma licitação próxima de R$ 29 milhões avançou enquanto a autorização ambiental ainda está no centro da discussão?
De um lado, ambientalistas questionam a retirada das árvores.
Do outro, a Prefeitura defende a necessidade das obras de drenagem em uma região marcada historicamente por episódios de alagamento.
No trecho existem 1.323 árvores.
Agora o debate deixou de ser apenas “árvore sim ou não”.
A questão é como conciliar drenagem, segurança da população, mobilidade urbana e preservação ambiental.
E para você: Rio Preto deveria esperar toda a discussão ambiental terminar ou a solução dos problemas de drenagem já demorou demais?
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