Gripe canina se torna mais frequente durante o inverno. Veterinária explica os principais sintomas, formas de prevenção e quando procurar atendimento.
O inverno exige atenção redobrada dos tutores de cães. Com a queda das temperaturas, o tempo seco e os ambientes mais fechados, aumenta a circulação de agentes que provocam doenças respiratórias, tornando a gripe canina uma das enfermidades mais comuns nesta época do ano.
Conhecida também como traqueobronquite infecciosa canina ou “tosse dos canis”, a doença é altamente contagiosa entre os cães e pode ser transmitida pelo contato direto com animais infectados ou por secreções respiratórias espalhadas no ambiente. Filhotes, cães idosos e animais com baixa imunidade estão entre os mais vulneráveis às complicações.
Entre os principais sintomas estão tosse persistente, espirros, secreção nasal, febre, falta de apetite, cansaço e dificuldade para respirar. Caso o tutor perceba qualquer um desses sinais, a recomendação é procurar um médico-veterinário o quanto antes para evitar que o quadro evolua.
A prevenção passa por medidas simples, mas importantes. Manter a vacinação em dia, evitar exposição prolongada ao frio, oferecer um local aquecido para o descanso do animal, garantir boa alimentação e impedir o contato com cães doentes são algumas das orientações dos especialistas.
Os cuidados devem ser ainda maiores com raças braquicefálicas, como Pug, Shih Tzu, Buldogue Francês e Boxer, que possuem maior predisposição a problemas respiratórios. Nesses animais, qualquer dificuldade para respirar ou tosse intensa deve ser avaliada rapidamente por um veterinário.
Embora a gripe canina normalmente tenha boa evolução quando tratada corretamente, o diagnóstico precoce faz toda a diferença para reduzir o risco de complicações e garantir uma recuperação mais rápida. Durante os dias frios, a atenção dos tutores pode ser fundamental para proteger a saúde e o bem-estar dos pets.










